Preciso dos dias e tardes
Nem que chova
Nem que morra
Prefiro o conforto das falsas liberdades.
Existe algo simples
Mas que poucos podem discernir
Liberdade näo é fazer o que se quer
Está em poder simplesmente existir.
Os melhores raps nacionais dos anos 00 - parte II (definitiva)
por Robson Assis | tags critica | 19.12.09 1 Comentário
A segunda e definitiva parte dos melhores do rap nos anos 00. Foi uma difícil seleção de músicas e, sem dúvida ficaram de fora outros grandes clássicos da primeira década do novo milênio, mas fica a certeza de que rolou muita música de qualidade e idéias sinceras.
Fiquem com a mixtape! E confiram também a primeira parte.
A FIRMA - ÁFRICA
Uma música EXCELENTE, para não economizar adjetivos. Obviamente fala sobre escravidão e preconceito, e termina com um dos melhores discursos do Thaíde.
GOG - O AMOR VENCEU A GUERRA
Uma história heróica, cantada pelo poeta de Brasília, em uma batida simples e verdadeira, com muito sentimento. A trilha de fundo, do Legião Urbana é de arrepiar.
SABOTAGE - MUN-RÁ
Optei não colocar nenhuma do disco Rap é Compromisso, deixei para uma possível lista de intocáveis do rap. Essa música define o Sabotage. Ele era esse rapper que ironizava o mundo em sua rima, falava de seus filhos e sobrinhos, é quebrada e sabe exatamente a que veio.
MV BILL - SOLDADO DO MORRO
Acredito que um sociólogo não faria melhor descrição do tráfico nos morros do Rio de Janeiro como o rapper faz nessa música. A batida cria camadas densas de um discurso político pesado.
RACIONAIS - VIDA LOKA (pt. I e II)
Como disse nesse texto aqui, o grupo deu uma desritmada com o Nada como um dia após o outro dia. Mas isso não os livrou de lançar esta epopéia. As duas partes de Vida Loka definem o Capão Redondo e o sentimento que Mano Brown tem por sua quebrada e seus amigos. Merecem ser uma só.
EDI ROCK E SNJ - NÃO SEJA MAIS UM PILANTRA
Do disco solo do Edi Rock. Sim, o rapper tem um disco solo pouco conhecido com participações e uma segunda versão de Rapaz Comum, do Sobrevivendo no Inferno. Esse som, com participação do SNJ, tem uma batida tensa e fala sobre a decadência de um viciado.
DEXTER - FÊNIX
A imprescindível alfinetada no antigo parceiro de grupo do rapper saiu no disco Exilado sim, Preso Não, de 2005. Letra ácida e desafiadora.
THAÍDE & DJ HUM, RZO, SNJ e Xis - ASSIM CAMINHA A HUMANIDADE
Quatro "monstros consagrados" (Faustão detected) do rap nacional. Por conta de tanta participação, a música passa por vários momentos, com uma batida muito boa em que cada rapper adapta ao seu estilo de rima. Na lista das músicas essenciais.
APOCALIPSE 16 - MUITA TRETA
Estava na dúvida, mas depois de ouvir a mensagem dessa música, optei por ela. É a base do rap nacional como se fazia antigamente, fala sobre drogas e até discursa sobre a hipocrisia do rap. Com participação de WDee, do Consciência Humana.
SNJ - PENSAMENTOS
Uma música que me emociona só de lembrar. Mistura crença, esperança, com uma dose gigante de verdade, que parece ser o compromisso do grupo.
Fiquem com a mixtape! E confiram também a primeira parte.
A FIRMA - ÁFRICA
Uma música EXCELENTE, para não economizar adjetivos. Obviamente fala sobre escravidão e preconceito, e termina com um dos melhores discursos do Thaíde.
"Mas se liga, a coisa não mudou muito e a parada é daqui pra frente
Tirando a corrente e o tronco a situação não é muito diferente
O que era Quilombo hoje é chamado favela
O conceito de igualdade para o povo já era
A polícia mata de um lado e o governo bate do outro
E a gente sempre acorda com a corda no pescoço
Mas, calma aí, seu moço, pra que o desespero?
O giz é branco, mas não ensina nada sem o quadro negro"
GOG - O AMOR VENCEU A GUERRA
Uma história heróica, cantada pelo poeta de Brasília, em uma batida simples e verdadeira, com muito sentimento. A trilha de fundo, do Legião Urbana é de arrepiar.
"A semana toda passei agoniado
Lá estava eu, madrugada de sábado
O encontrei no jardim aguando as plantas
Ali mesmo tivemos uma conversa franca
Ali mesmo ensopei minha camisa branca
Me senti aliviado, tirei um nó da garganta
A violência com atitude impensada gera
Não sou mais um entre a ganância e a capela"
SABOTAGE - MUN-RÁ
Optei não colocar nenhuma do disco Rap é Compromisso, deixei para uma possível lista de intocáveis do rap. Essa música define o Sabotage. Ele era esse rapper que ironizava o mundo em sua rima, falava de seus filhos e sobrinhos, é quebrada e sabe exatamente a que veio.
"Se liga na fita danados otários estão maquinados no morro
falaram que pode atirar na sequência se pa vão prestarem socorro
mas abre olho, o cara piolho, é sempre um mano dos nossos
o inimigo meu tem Astra, Barca, Blazer, também tem Moto"
MV BILL - SOLDADO DO MORRO
Acredito que um sociólogo não faria melhor descrição do tráfico nos morros do Rio de Janeiro como o rapper faz nessa música. A batida cria camadas densas de um discurso político pesado.
"Tô ligado bolado quem é o culpado?
Que fabrica a guerra e nunca morre por ela
Distribui a droga que destrói a favela
Fazendo dinheiro com a nossa realidade
Me deixaram entre o crime e a necessidade"
RACIONAIS - VIDA LOKA (pt. I e II)
Como disse nesse texto aqui, o grupo deu uma desritmada com o Nada como um dia após o outro dia. Mas isso não os livrou de lançar esta epopéia. As duas partes de Vida Loka definem o Capão Redondo e o sentimento que Mano Brown tem por sua quebrada e seus amigos. Merecem ser uma só.
"Meu melhor Marvin Gaye, sabadão na Marginal
O que será, será, é nóis vamo até o final
Liga eu, liga nóis, onde preciso for
No Paraíso ou no dia do Juízo, Pastor
E liga eu e os irmão
É o ponto que eu peço,
Favela, Fundão, imortal nos meus versos"
EDI ROCK E SNJ - NÃO SEJA MAIS UM PILANTRA
Do disco solo do Edi Rock. Sim, o rapper tem um disco solo pouco conhecido com participações e uma segunda versão de Rapaz Comum, do Sobrevivendo no Inferno. Esse som, com participação do SNJ, tem uma batida tensa e fala sobre a decadência de um viciado.
"Sobrevivente aqui é você que menos culpa tem
Quem vem dar ajuda quando você precisa?
Maluf ama São Paulo, o povo veste a camisa
Se lugar de bandido fosse na cadeia
Ele estaria atrás das grades numa cela cheia
Ia ser réu comum, digno de dó
Só, mano ia ficar só o pó"
DEXTER - FÊNIX
A imprescindível alfinetada no antigo parceiro de grupo do rapper saiu no disco Exilado sim, Preso Não, de 2005. Letra ácida e desafiadora.
"6 meses em Bernardes me fez entender
Que o pior cego é o que não quer ver
Mas eu vi e percebi, descobri quem é quem
Hoje sei quem chegou quando precisei"
THAÍDE & DJ HUM, RZO, SNJ e Xis - ASSIM CAMINHA A HUMANIDADE
Quatro "monstros consagrados" (Faustão detected) do rap nacional. Por conta de tanta participação, a música passa por vários momentos, com uma batida muito boa em que cada rapper adapta ao seu estilo de rima. Na lista das músicas essenciais.
"Eu ouço uma sirene, desespero,
Colei na grade e não gostei do que vi pelo espelho
Os manos impacientes, descontrolados
Chegou a hora acabou foi o que deu no rádio"
APOCALIPSE 16 - MUITA TRETA
Estava na dúvida, mas depois de ouvir a mensagem dessa música, optei por ela. É a base do rap nacional como se fazia antigamente, fala sobre drogas e até discursa sobre a hipocrisia do rap. Com participação de WDee, do Consciência Humana.
"O sonho que não se realiza, poder matando vidas
Controle da população, criação de homicidas
O compasso seduz, peço paz, chamo a luz
O meu caminho é guiado por CH e um homem chamado Jesus"
SNJ - PENSAMENTOS
Uma música que me emociona só de lembrar. Mistura crença, esperança, com uma dose gigante de verdade, que parece ser o compromisso do grupo.
"Parei para refletir, e viajei,
Fatos do passado vários que não acreditei,
Como é bom guardar na recordação.
Independente de tudo aprender a lição"
Os melhores raps nacionais dos anos 00 - parte I
por Robson Assis | tags critica | COMENTE!
A primeira parte da lista das melhores músicas de rap nacional da década.
509-E - SAUDADES MIL
Se fosse uma lista de músicas mais representativas, sem dúvida a escolhida seria Oitavo Anjo, também um ótimo som. Mas essa música conta uma história, uma carta respondida, tem mais sentimento, é mais verdadeira.
CONEXÃO DO MORRO - SUPER BILLY
Se um dia, num futuro muito distante, encontrarem essa música em algum arquivo MP3, vão entender exatamente como era a vida de um adolescente de cabeça vazia e influenciável na periferia das grandes cidades. Uma história triste, mas muito sincera.
FACÇÃO CENTRAL - MENINO DO MORRO
Um grupo não só polêmico. Ninguém consegue ser só polêmico quando lança 4 discos com cutucadas viscerais ao governo e ao modus operandi do sistema. Música aboslutamente genial, sobre um garoto que se deu bem com o crime. O Facção Central nunca lançou um som sequer em que o ouvinte não tenha que parar e refletir.
XIS - DE ESQUINA (VERSÃO BRISA)
"Esquina paranóia delirante" é um refrão que tocou durante anos na minha mente. Essa "versão brisa", do disco Seja como for é fascinante e esteve até no set do acústico da Cássia Eller.
SP FUNK - FÚRIA DE TITÃS
O grupo me mostrou um tipo de rap mais simplista, rimas carregadas de analogias engraçadas e sutis, numa linha bem rinha de MCs, vale a pena escutar.
TRILHA SONORA DO GUETO - 3a OPÇÃO
Primeira música que ouvi deste grupo. A batida e a letra são tão tensas quanto o clima de que algo vai explodir a qualquer momento.
AO CUBO - 1980
Confesso que sempre tive certo receio com grupos de rap gospel, mas ao Ao Cubo entrou na lista dos que realmente têm algo a dizer. Canção autobiográfica e uma das mais belas já escritas. Vale prestar atenção no clímax da emocionante versão ao vivo.
RAPPIN HOOD - RAP DU BOM (pt. II)
Com participação de Caetano Veloso, considero um épico. Dançante, bem escrita e possui uma melodia sensacional no violão. A música ainda emprestou o nome para do programa do rapper, na rádio 105FM, de São Paulo.
MARCELO D2 - A MALDIÇÃO DO SAMBA
Pelo rapper que foi, Marcelo D2 merece estar nessa lista com a melhor canção do A Procura da Batida Perfeita - disco que fez uma clara alusão pouco criativa ao clássico do Afrika Bambaata Looking for The Perfect Beat e que me fez perder o gosto pelo som deste artista. Mas essa música em especialtem classe, pompa, mashup de samba de velha guarda com rap em grande estilo.
JIGABOO e CHARLIE BROWN JR. - VAI PIRAR
Depois do sucesso de Corre-Corre, o Jigaboo ganhou minha atenção total. Lançaram essa música com participação do Chorão (Charlie Brown Jr.) que até não errou tanto na criação da letra. PMC e Suave indiscutivelmente grandes rappers esquecidos pelo tempo. O diferencial é que a música mistura rap e rock sem pender pra nenhum dos lados.
509-E - SAUDADES MIL
Se fosse uma lista de músicas mais representativas, sem dúvida a escolhida seria Oitavo Anjo, também um ótimo som. Mas essa música conta uma história, uma carta respondida, tem mais sentimento, é mais verdadeira.
"É foda, a vida é assim mesmo
Nem tudo é do jeito, do modo que queremos
Infelizmente retroceder não dá mais
Bola pra frente é assim que se faz
Jorge cantou que Charles ia voltar
E como Charles eu também pode acreditar
Com este dia não paro de sonhar
Quero ver o morro inteiro feliz e pá"
CONEXÃO DO MORRO - SUPER BILLY
Se um dia, num futuro muito distante, encontrarem essa música em algum arquivo MP3, vão entender exatamente como era a vida de um adolescente de cabeça vazia e influenciável na periferia das grandes cidades. Uma história triste, mas muito sincera.
"Ao passar do tempo Billy se recupera
Tira a colher debaixo da língua e vai buscar uma pedra
Pra você ver Billy no role é normal sair na captura de 1 real
Sem dinheiro no bolso tem maluco que passa mal"
FACÇÃO CENTRAL - MENINO DO MORRO
Um grupo não só polêmico. Ninguém consegue ser só polêmico quando lança 4 discos com cutucadas viscerais ao governo e ao modus operandi do sistema. Música aboslutamente genial, sobre um garoto que se deu bem com o crime. O Facção Central nunca lançou um som sequer em que o ouvinte não tenha que parar e refletir.
"Dou risada de quem acredita na justiça,
Mais fácil camelo na agulha do que eu na delegacia
Sou traficante intocável pro tribunal
Que no foguete da NASA faz safári sideral,
Tô na lista vip dos cassinos clandestinos,
Quer ser presidente, traz a campanha que eu financio"
XIS - DE ESQUINA (VERSÃO BRISA)
"Esquina paranóia delirante" é um refrão que tocou durante anos na minha mente. Essa "versão brisa", do disco Seja como for é fascinante e esteve até no set do acústico da Cássia Eller.
"A esquina é perigosa atraente
Nossa quanta gente, que movimento interessante
Um carro desse o outro sobe pro boite do Natal
Pra 11 esquinas da Cohab 2
Todo mundo a vontade, cuidado, mano que é mano tá ligado
Chega como eu cheguei, fica como eu fiquei,
Faz como eu fiz... eu sou o Xis"
SP FUNK - FÚRIA DE TITÃS
O grupo me mostrou um tipo de rap mais simplista, rimas carregadas de analogias engraçadas e sutis, numa linha bem rinha de MCs, vale a pena escutar.
"Me passa o microfone eu faço logo um improviso
Te boto no chão faço como no jiu-jitsu
Por que comigo o verbo é fluente ao natural
Vacila na minha eu te mastigo como um canibal."
TRILHA SONORA DO GUETO - 3a OPÇÃO
Primeira música que ouvi deste grupo. A batida e a letra são tão tensas quanto o clima de que algo vai explodir a qualquer momento.
"Ai xará é o seguinte eu só vou me entregar
Quando aquele sem futuro do Datena me filmar
Tô ligado que pra vocês eu não 'valo' um real
Só que vocês invadirem o refém vai passa mal
Ele tá todo borrado, tá mijado, tá com medo
Tá pagando até com juros o racismo e o preconceito"
AO CUBO - 1980
Confesso que sempre tive certo receio com grupos de rap gospel, mas ao Ao Cubo entrou na lista dos que realmente têm algo a dizer. Canção autobiográfica e uma das mais belas já escritas. Vale prestar atenção no clímax da emocionante versão ao vivo.
"Ficou muito rebelde em meio sua adolescência,
Começou a usar drogas por más influências
Mas num certo dia por um sonho sua vida ia mudar
Pois Deus estava prestes a por seu plano em prática"
RAPPIN HOOD - RAP DU BOM (pt. II)
Com participação de Caetano Veloso, considero um épico. Dançante, bem escrita e possui uma melodia sensacional no violão. A música ainda emprestou o nome para do programa do rapper, na rádio 105FM, de São Paulo.
"Saiba você que eu encontrei uma melhor saída
No hip hop conheci o meu estilo de vida,
Que não é pop, não faz pose, não faz cara de mal,
Mas não da boi pra mauricinho, intelectual"
MARCELO D2 - A MALDIÇÃO DO SAMBA
Pelo rapper que foi, Marcelo D2 merece estar nessa lista com a melhor canção do A Procura da Batida Perfeita - disco que fez uma clara alusão pouco criativa ao clássico do Afrika Bambaata Looking for The Perfect Beat e que me fez perder o gosto pelo som deste artista. Mas essa música em especialtem classe, pompa, mashup de samba de velha guarda com rap em grande estilo.
"E sangue bom, eu disse sangue bom
Tem coisas que invadem o coração já disse o João
Não, ninguém faz samba porque prefere
Sobre o poder da criação força nenhuma no mundo interfere"
JIGABOO e CHARLIE BROWN JR. - VAI PIRAR
Depois do sucesso de Corre-Corre, o Jigaboo ganhou minha atenção total. Lançaram essa música com participação do Chorão (Charlie Brown Jr.) que até não errou tanto na criação da letra. PMC e Suave indiscutivelmente grandes rappers esquecidos pelo tempo. O diferencial é que a música mistura rap e rock sem pender pra nenhum dos lados.
"Quem foi que disse que isso é uma loucura
Que raça pura? A gente gosta mesmo é de mistura
Rap, rock e hip-hop só quero que toque
Não importa se otário me chamar de pop"
Uns restos de mim
por Robson Assis | tags Pessoais | 16.12.09 COMENTE!
É dezembro. Estou com o carro parado na frente de uma lavanderia vendo ternos no cabide. Ternos entre a chuva espessa, milimetricamente despojados e contemporâneos. São pessoas que os usam. Pessoas que eu não conheço e, certamente, tem prioridades menos febris e preocupantes que as minhas. Sou um cidadão do mundo, endividado, encurralado pela máquina. Movido a sorrisos sem graça e horas de diversão fingida. Movido ao tédio que é meu nome, simples e puro, meu único significado. Eu torno a me jogar dentre os ternos, camisas brancas, gente falsa, gente falsa numa só falácia. Eu entendo, nada me leva daqui, nunca. Se eu soubesse que estaria deprimido e sozinho, olhando a vitrine de uma lavanderia hoje, talvez eu tivesse escrito melhor minha vida. Quando era moleque e ingênuo, me perguntava "até quando?" e me sentia numa pequena ilha, um pequeno príncipe beat, que carregava a solidão e a bebedeira na mochila. Hoje minha ilha cresceu, é imensamente maior e eu ainda estou sozinho, aprendendo a entender como foi que meus dezembros se tornaram tão chuvosos e tristes.
VIII Feira Preta Cultural
por Robson Assis | | 11.12.09 COMENTE!
Vou deixar que o site oficial da feira fale por si só:
A Plataforma Cultural Feira Preta é um espaço de celebração, reflexão e inquietação do movimento cultural de coletivos e artistas negros, ou que se dedicam a temática negra. Além de potencializar as iniciativas empreendedoras comerciais e culturais. Ao longo do ano são realizadas ações com a finalidade de preparar os participantes para o maior aproveitamento das atividades da Feira.

E então, nos vemos por lá?
Dica do Max, via MSN
A Plataforma Cultural Feira Preta é um espaço de celebração, reflexão e inquietação do movimento cultural de coletivos e artistas negros, ou que se dedicam a temática negra. Além de potencializar as iniciativas empreendedoras comerciais e culturais. Ao longo do ano são realizadas ações com a finalidade de preparar os participantes para o maior aproveitamento das atividades da Feira.
E então, nos vemos por lá?
Dica do Max, via MSN
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